Alguém reservado, que quase não se mostra, e que quando o faz fá-lo com um sorriso amigável, aparentemente feliz. Mas quando o sigo até aos locais escuros, vazios, onde se pode esconder de todos menos de mim, esse sorriso desaparece, dando lugar a uma face sem expressão.
Esse estranho olha-me ao espelho com uma cara incógnita, de incompreensão, tentando perceber quem é.
Esse alguém sou eu...
[É triste quando nos olhamos ao espelho e não nos reconhecemos, de todo...]


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